#NãoSouObrigada a ganhar menos do que um homem

#NãoSouObrigada a ganhar menos do que um homem

Você pode nem saber, mas o dia 8 de março já deixou de ser uma data para dar flores, chocolates e cartões para as mulheres. A data foi escolhida lá atrás, em 1975 pela ONU, para homenagear as mulheres trabalhadoras de todo o mundo. Oficialmente, ela é chamada de Dia da Igualdade Completa de Direitos, mas a gente costuma chamar de Dia da Mulher, mesmo.

A data é importante por muitas razões. Demorou muito para que as mulheres ocupassem espaços tidos como masculinos no mercado de trabalho. Mas hoje, as mulheres estão aqui, todos os dias em diversos cargos e empresas. Segundo a OIT, aliás, 70% delas preferem ter um emprego do que ficar em casa. Mas boa parte ainda não chega nas posições de liderança.

É por isso que a Youse criou a série original #NãoSouObrigada, que incentiva mulheres na busca de uma carreira do jeito delas. Porque se contentar em ganhar menos que os homens? Quem disse que uma mulher não pode ter uma profissão técnica? Quem decide que uma mulher não pode ser CEO? As questões fazem parte dos depoimentos reais que foram feitos especialmente para a série.

Todo dia é dia da mulher

A série #NãoSouObrigada traz a visão de três mulheres e suas lutas diárias no trabalho. São elas: Kamila Camilo, estudante de engenharia e community manager da rede FAB LAB LIVRE SP; Carine Roos, especialista em gênero e equidade e Fiamma Zarife, diretora geral do Twitter no Brasil.

Hoje é a vez da Kamila, que estuda para se formar em engenharia mecânica e quer fazer pós-graduação em políticas públicas para equidade de gênero, com ênfase em gestão de cidades. “Quero atuar como consultora para diversidade organizacional e poder ajudar a criar espaços onde mulheres tenham voz e possam performar em sua melhor versão”.